domingo, 31 de julho de 2011

Seduc quer celeridade no recadastramento de pessoal

Cerca de 11 mil servidores da Secretaria de Estado da Educação já fizeram o recadastramento de pessoal, iniciado pela internet no dia 20 de junho. O levantamento inclui todos os servidores da Seduc, sejam estatutários, celetistas, emergenciais, cedidos e à disposição dentro e fora do Estado. A meta é atingir 22 mil funcionários.

Os interessados devem acessar o link http://www.seduc.gov.br/nte/recadastramento ou os Núcleos de Apoio para o levantamento, Núcleos de Tecnologia Educacional dos municípios de Porto Velho, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena.

O secretário Júlio Olivar faz um apelo aos servidores no sentido de que façam o recadastramento até o próximo dia 20 de agosto. Os servidores que não cumprirem esse prazo, poderão ter o salário bloqueado.

Mais informações pelo (69) 3216-5333/5367 na Gerência de Tecnologia e Informática da Seduc.

Fonte: Decom

terça-feira, 26 de julho de 2011

AULAS NO JBC SOMENTE DIA 01/08

A DIREÇÃO DA ESCOLA JOÃO BENTO DA COSTA COMUNICA AOS PAIS,PROFESSORES E ALUNOS QUE DEVIDO A REFORMA(pintura) DA ESCOLA AS AULAS PARA 1º E 2ºs ANOS COMEÇARÃO SOMENTE NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA - DIA 01/08/2011.

A DIREÇÃO.

sábado, 2 de julho de 2011

Cultura Afro-brasileira

Ministra quer que MEC incentive ensino de cultura afro-brasileira

Matéria reproduzida em: Agência Câmara e Correio do Brasil
Brizza Cavalcante

Luiza Bairros: a lei não pode ficar à mercê da vontade individual de secretários de educação.
A ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Luiza Bairros, defendeu hoje que o Ministério da Educação (MEC) adote o cumprimento da Lei 10.639/03, que obriga os estabelecimentos de ensino básico a ofertar disciplinas sobre história e cultura afro-brasileira, como critério de avaliação das escolas.
“Não existe hoje nenhum fator de indução forte para a aplicação da lei, e incluí-la como critério de avaliação do ensino seria extremamente importante”, afirmou, em audiência pública promovida pela Comissão de Educação e Cultura.
Outra medida necessária para garantir a aplicação da lei, na opinião da ministra, é a formação de professores, principalmente da educação básica. “É a partir desses profissionais que se criam condições para que os conteúdos afro-brasileiros cheguem às escolas”, lembrou. De acordo com Luiza, atualmente 26 mil docentes já recebem formação continuada sobre o tema.

Intercâmbio
Um dos autores do pedido de realização da audiência, o deputado Luiz Alberto (PT-BA) sustentou, porém, que as universidades brasileiras não estão preparadas para formar professores capazes de trabalhar a cultura de origem africana. O parlamentar sugeriu que o governo utilize os vários acordos de cooperação técnica assinados com países da África para promover a troca de conhecimentos com aquele continente.
“A Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab) também poderia se tornar um centro de produção de conhecimento sobre cultura africana a ser irradiado para o resto do País”, ressaltou.

Para o deputado Izalci (PR-DF), a capacitação do corpo docente também é a maior dificuldade na aplicação da lei. “Quando se fala em conteúdos transversais – como questões tributárias, de cidadania, educação financeira, que não têm disciplina específica – há dificuldades para a implementação nas escolas”, argumentou. Por se tratar de problema complexo, o deputado acredita que o combate ao racismo deve envolver outras instituições, como a mídia, “que influencia muito a sociedade”.

Alternativas
Também autor do requerimento para realização do debate, o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) defendeu a democratização dos meios de comunicação, “que são concessões públicas e violam permanentemente os direitos humanos”. O parlamentar incentivou ainda os movimentos sociais a utilizarem mídias alternativas. “Precisamos nos conectar com os blogueiros, mais abertos ao debate, para provocar as universidades, que são lerdas para transformações urgentes”, comentou.

Luiza Bairros ressaltou que o MEC lançou recentemente, em parceria com a Unesco, oito volumes sobre história geral da África, que podem ser acessados pela internet. De acordo com ela, já houve mais de 35 mil downloads do conteúdo, “o que mostra a demanda por esse tipo de material de apoio”.

Autonomia
Mesmo com o crescente interesse sobre o assunto, a ministra reclamou que a lei praticamente não é cumprida. Ela atribuiu esse fato principalmente ao alto grau de autonomia de estados e municípios para organizar os sistemas de ensino. “Estou invocada com isso, a lei não pode ficar à mercê da vontade individual de secretários de educação”, indignou-se.

O coordenador-geral de Educação para as Relações Étnico-Raciais do MEC, Antonio Mário Ferreira, reconheceu que, embora a implantação da lei seja prioridade da pasta, realmente há dificuldades para sua efetivação. Segundo ele, estudo em curso, realizado pela pesquisadora Nilma Gomes, mostra que menos de 5% das escolas respeitam a legislação. Os estabelecimentos que promovem a legislação são aqueles em que os gestores estão envolvidos com “a causa racial”, acrescentou.

Luiz Alberto destacou que a aplicação da lei depende do compromisso efetivo do Estado. O parlamentar lamentou, inclusive, a ausência do ministro da Educação, Fernando Haddad, no debate. “Ao contrário do que muitos pensam, essa lei não foi feita para a população negra, mas para o País, a fim de ajudar a afirmar a diversidade brasileira”.


Reportagem – Maria Neves.
Edição – Marcelo Oliveira.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

GABARITO SIMULADO JBC EM 23/06/2011

Mais um feriado e mais um simulado no JBC para os alunos do Projeto Terceirão/2011.




"Diante de alguma dificuldade, se você estiver para desanimar, aqueça os sentidos, revigore a fé, e ouvirá a voz da consciência Dizer: " Persevere e vencerá ".
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Obs.: * anulada

PARA QUEM FEZ ESPANHOL:
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terça-feira, 14 de junho de 2011

Mangabeira propõe novo modelo para Ensino Médio em Rondônia


Uma metodologia para o ensino médio que torne as escolas referência em termos da maneira de ensinar e aprender, que combine ensino geral renovável com ensino técnico renovável, na qual o aluno estude em tempo integral, conciliando a teoria e a prática laboratorial, este é o modelo da nova escola defendida pelo professor Roberto Mangabeira Unger, que se reuniu na manhã desta terça-feira (14), no Palácio Getúlio Vargas, em Porto Velho, com representantes da rede estadual da educação. A intenção, segundo ele, é fugir do modismo pedagógico do chamado ”decoreba” para aprofundar nas discussões no ensino geral analítico.


O secretário de Estado da Educação (Seduc), Jorge Elarrat, apresentou alguns modelos de gestão para o ensino médio, dentre eles uma escola de ensino médio integral com ênfase no esporte, e outras focando cursos profissionalizantes, tecnologia e acadêmica a exemplo da escola Estadual João Bento da Costa, que é referência em Rondônia e a que mais aprova alunos no vestibular da Universidade Federal de Rondônia (Unir).


Por iniciativa própria, os professores da escola criaram o projeto “Terceirão”, no qual os docentes preparam os alunos do terceiro ano para o vestibular. As aulas preparatórias para o vestibular são ministradas em horários diversos aos do ensino regular.

Para criar um novo modelo de ensino as escolas da rede pública do estado terão que passar uma por reestruturação incluindo laboratórios e qualificação de professores. Na próxima sexta-feira (17), às 10h, no campus da Unir, em Porto Velho, haverá uma nova reunião para definir as metas de trabalho.

Fonte: Blog Beto Bertagna

sábado, 11 de junho de 2011

Escola João Bento da Costa amanhece o dia de luto


A Escola João Bento da Costa está de luto, pois acaba de perder um de seus grandes professores e defensores do esporte como base para uma sociedade: ADAILTON DE FREITAS, um dos primeiros professores a fazer parte do quadro desta Escola que faleceu na data de hoje no Hospital Central após uma internação na noite anterior. Não se sabe ao certo ainda a causa da morte que veio deixar toda a equipe JBC além de surpresa consternada com essa morte súbita. Hoje, em homenagem a este grande professor de Educação Física, que mobilizou toda uma categoria em prol do esporte como qualidade de vida e exerceu um magistério digno na sua comunidade deixamos aqui nossa homenagem.



"ADAILTON fica aqui registrado nossa homenagem a você pois existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.Você se foi, mas sua marca na Escola João Bento da Costa permanecerá pois àqueles que se vão ficarão nas pontas dos galhos, pois quando o vento sopra, sempre aparecerão novamente entre uma folha e outra nos lembrando que por aqui passaram.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas,mas essa folha voltará a balançar sempre que se fizer necessário nas nossas lembranças e para sempre em nosso pensamento e nossos corações. Vá com Deus, pois sua semente aqui ficou plantada."




Equipe JBC